fbpx
História e ArqueologiaListasSéries

Vikings: 6 fatos da série que podem realmente ter acontecido na vida real

A série “Vikings” se baseou nas sagas e mitologia nórdica para contar a sua história. Apesar dos elementos fictícios e mitos, várias cenas mostradas durante a produção fizeram parte do modo de vida dos antigos nórdicos.

Michael Hirst já explicou durante entrevistas que não estava preocupado com a historicidade, mas em contar a história de Ragnar e seus herdeiros como era descrito pelas sagas. Em meio a isso, os produtores aproveitaram para criar elementos fictícios misturando-os com alguns acontecimentos reais.

O termo “viking” na realidade é usado para se referir aos povos de origem germânica que viveram na Escandinávia durante os séculos VIII e XI, período que ficou conhecido como a Era Viking.

Nesta época, expedições marítimas organizadas pelos vikings rumo à várias regiões da Europa fizeram com que reis fortificassem seus impérios e exércitos e sentissem medo do modo de batalha dos guerreiros que não temiam a morte.

Ao contrário de outros povos da época, eles acreditavam que deveriam morrer em batalha para ter direito ao Paraíso Nórdico conhecido como Valhalla. O Grande Salão dos Deuses repleto de escudos em seu interior era o desejo de qualquer viking na época.

Apesar de serem temidos, os vikings acabaram perdendo espaço em meio a expansão do cristianismo e conversão de grande parte de seus povos a crença de um só deus. Na lista a seguir iremos mostrar alguns detalhes presentes na série que realmente acontecerem ou fizeram parte da história.

1 – Funerais vikings

Reprodução/History

Apesar de não existirem provas arqueológicas de que os vikings eram colocados em navios em chamas e enviados ao mar, os processos ritualísticos eram realmente comuns na época. Os guerreiros tinham como objetivo encontrar seus ancestrais nos corredores de Valhalla.

Por esse motivo, eram colocados junto a seus corpos tudo o que eles iriam precisar para essa importante passagem. O sacrífico humano também fazia parte dos rituais, já que eram enviados para servir seus mestres na vida após a morte.

Um detalhe sobre isso foi o funeral do conde Haraldson em que uma escrava se oferece como sacrifício para se juntar a ele no barco para Valhalla.

VEJA TAMBÉM:
Botão Voltar ao topo